.[porque não sai da minha cabeça].

As palavras lindas e o que elas significam no momento em que são pronunciadas com a doçura que são ditas. O significado é feito da sinceridade de quem sabe o que está falando.

Tanta verdade assim veio como um sopro, vento forte que me arrancou do chão. E eu fora do ar, de ponta cabeça, tentando me situar no meio de tanta beleza em saber colocar em palavras o que elas de fato significam.

::

E parando pra pensar no quanto é mágico (?!), alguém que chega como se já estivesse ali por algum tempo. Vem por um cantinho, vai se ajeitando, mostrando quem é e tomando conta de um espaço grande de um jeito que eu nem sabia que era possível.

Acho que talvez não devesse ser tão bom. O por quê u não sei, acho que por medo mesmo.

::

Do gosto que tem o seu cheiro. Da calma que tem o seu toque. Do calor que tem o nosso abraço. Levo comigo um pouco do que se torna essencial.

::

É um pouco assim que eu sinto.

Escrito por Água... às 03h56
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...e eu vi uma coisa, juntei com outra, entendi de um jeito e inventei uma própria versão da história na minha cabeça. Fiquei pirando por alguns dias. Sim, chegaram a ser DIAS!

Minha cabeça não parava de tantas coisas que estavam acontecendo, pelo menos ali dentro: ônibus / aprender / quem é? /  como assim? / vontade / necessidade / não deu de novo / injustiça / saudade / paixão / dúvida / fome / peso / nadar / brigas.

Ufa... a minha mãe é uma delícia! E ele nem sabe que eu escrevo essas cosias dela por aqui, mas eu sou muito fã dessa baixinha. E sou cercada de baixinhas das mais batutas do mundo. E aprendi o nome de pessoas que tem o queixo pra frente e pra traz (não têm).. e no dia seguinte eu esqueci. eu esqueci, assim como esqueci algumas cosias que não queria esquecer. Coisas do inconsciente.

Eu queria ter ido na festa, principalmelmente se tivesse achado dinheiro. Ou se tivesse achado a fonte. Joguei uma pela janela ainda ontem.

O que diabos eu estou escrevendo aqui? E por que vocês estão lendo isso?



Escrito por Água... às 00h32
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:: incongruências ::

 

Contanto que o sentimento fosse sincero, não importava o quanto de verdade existia.

 

Analogias inconstantes sob óticas multiplicadas e diversificadas, todas subjetivas. Uma tempestade guardada, sem vento nem água, tumultuadas reações naturais.

 

Não exatamente ao contrário, mas diferente. Lados opostos de uma história não contada. Fragilidades que começam a ser conhecidas. Inevitável esconder quando se está tão próximo.

 

Um feito de mil, mil feito de mais de milhões e milhões de tudo. E cada vez mais. E cada mais, um.

 

//fragmentos//

 

.[necessidades especiais].[vontades humanas de querer se encontrar].[perto e longe de um só jeito].[cabeça funcionando como um cata-vento].[palavras jogadas e pensamentos desconexos].[ponto de partida e linha de chegada].[partida = começo].



Escrito por Água... às 21h28
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:: viagem ::

Do ombro onde estou deitada posso ver o canto de seus lábios se curvarem em sorriso incontido.

Olhos semi abertos ignoram o sobe e desce de uma respiração profunda, quase ofegante de cansaço.

Sensação para não ser explicada. Inútil a tentativa de colocar em palavras o que nem em mente faz muito sentido.

Não ir atrás de respostas, só escutar novas músicas e lembrar de novas histórias. Todas lindas.

:: _______________________ ::

Pés apoiados nos bancos da frente // Conversando // Vida nova e vida velha // Só nós no meio de um grande nada // Luzes que embaçavam o escuro // Calma e alegria // Coisa nova.



Escrito por Água... às 03h28
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// com //

Brincar com a memória para poder viver todos os pedacinhos de um tempo passado. Voltar para onde não queria ter saído, reacontecer coisas. Olhar fundo e vozes caladas.

 

E gravar um filme verdadeiro. Sensações reais.

 

De toda a história, com toda a sinceridade que a verdade faz. Fazer acontecer, fazer reacontecer. Refazer acontecer. E viver cada um dos tempos: o que foi, o que é, o que vai ser, o que fica gravado a cada milésimo de segundo de ano de toda uma vida. Ou duas.

 

E brincar com a memória para reviver todos os momentos que queria. Todos os momentos que mereceram sorrisos leves a gargalhadas incontidas.

 

Então deixar espaço livre para as coisas que causam calor e esquecer as coisas ruins.

 



Escrito por Água... às 23h31
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...

Tão tarde que chega a ser cedo. Informações, estímulos, saudades, vontades, viagens, pensamento. Sem parar.

 

A cabeça não pára; nem no meio do blecaute, nem no meio da noite, nem do fim do dia. Sem fim.

 

Pé no chão e cabeça na lua. Números diante dos olhos e o tempo não pára, não pára, não pretende parar por minha causa.

 

Parada e sem parar. Seria melhor sem parar e parada. Sem parar. Sem vontade de parar. Sem parar de tanta vontade, de tantas vontades.

Escrito por Água... às 22h33
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:: one way ticket, yeah! ::

 

Ah! O reconhecimento ao som de “Day Triper” no celular. Que fantástico!

 

Adoro novidades. Adoro novidades boas. Adoro novidades boas de pessoas que eu gosto muito. Adoro pensar que talvez exista algum tipo de justiça nesse mundo pequenininho em que sobrevivemos.

 

Deus que me perdoe, mas desejo todo o sucesso do mundo pra mim e pros meus amigos. E quem não for meu amigo que se foda! (Oops, um palavrão!) Porque eu quero estar rodeada de pessoas felizes, sem motivo para ter inveja umas das outras. Cansei mesmo de gente frustrada que quer frustrar os outros. Que podridão!

 

Então recado: pessoas que eu amo, liguem pra mim mais vezes. Principalmente para me contar notícias de vitórias. Principalmente para me dizer que não sabem o que fazer porque as opções são todas boas. Principalmente pra me deixarem satisfeitas como eu estou agora.

Escrito por Água... às 00h57
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:: e o vento levou ::

Estou ansiosa.

Logo abrirei a janela em busca de ar, assumindo o risco de que a ventania me leve para onde eu não conheço. Estou desesperada sem ter medo, sem me permitir fraquejar.

Por enquanto o que vejo é uma televisão; não sei no que posso acreditar, não sei o que é real. Apesar da posição cômoda que essa poltrona me oferece, tenho que ter os braços fortes para conseguir o que quero. Quero abrir essa enorme janela à minha frente.

E o vento levará o que for frágil, deixando atrás de mim somente o que é importante, o que me dará apoio. As coisas boas que ficarem irão comigo para todos os lugares; tenho força suficiente para levá-las.

Cada uma das pequenas coisas que estão hoje em minha estante remete a grandiosas histórias que não me canso de contar e reviver e flutuar junto com o vento que entra pela fresta dessa janela. E disso eu vou aos poucos tirando a força que eu preciso para abrir de vez essa janela em minha frente.

Porque me permite ver e me impede de alcançar. Lado a lado apesar do muro alto.

Escrito por Água... às 00h19
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Agora estou na sua vida. E mesmo que só me reste um lugar no seu passado, isso ninguém nunca poderá mudar. Porque eu sei o quanto você quis e, provavelmente, você sabe o que eu senti. Por isso hoje você está na minha vida, mesmo que você só queira ter um lugar no meu passado, porque isso nunca ninguém poderá mudar.

Escrito por Água... às 19h08
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:: porque ::

- porque as desculpas não adiantariam de nada e, na verdade, não fazia questão  nenhuma de tentar;

- porque depois de algum tempo percebeu que algumas coisas eram inevitáveis;

- porque aprendeu que o tempo é medido pelo quanto de aproveita e não pelo que o relógio anda;

- porque quando se conhece muito alguém, é quase possível ver pelo telefone;

- porque a saudade machuca mais no começo;

- porque as pessoas mentem, consciente e inconscientemente, e isso machuca mais do que saudade;

- porque sou gente grande.



Escrito por Água... às 14h56
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:: sem um título ::

Porque essa invasão de poesia tomou um espaço um pouco maior do que eu imaginava que pudesse. Talvez até do que deveria.

 

O que mudou?

 

A partir de agora o que eu quero tem que ser agora e o que eu sonho tem que se transformar em realidade. Hoje eu tenho vontades reais e virtuais, todas tão intensas quanto meus sentidos confusos pelo meu coração.

 

E dessa nova fase eu decidi que não vou negar ou tentar disfarçar o que em mim é tão intenso.

 

De me sentir cercada de tantas verdades desejadas e inalcançáveis, e de um carinho tão gratuito que deixava claro que eu não merecia. Só que invés de gastar horas e dias me questionando, traindo um sentimento fragilmente construindo, decidi aceitar e aproveitar o que de bom pode haver existir nisso.

 

Então desculpa a todos, acontece que agora eu quero ser feliz.



Escrito por Água... às 22h19
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::!::

O quanto de loucura há em acreditar em algo que se sabe não ser real?

Até onde essa loucura pode ir?



Escrito por Água... às 17h21
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::.:: uma cabeça grande ::.::

A atual conjuntura de minha vida se encontra num estado de indecisão crônica sobre que rumo tomar daqui pra frente. A questão é deixar uma chance passar ou arriscar tomar (mais) uma paulada na cabeça. O problema: um telefone. (Vamos deixar a questão financeira de fora, por enquanto).

Fazer de conta que nada disso aconteceu seria covardia, mas daí a fazer as coisas acontecerem é coragem demais pra mim. Ainda assim, tenho medo de apostar todas as minhas ficahs e não valer a pena, não ser de verdade.

Ainda volto aqui.



Escrito por Água... às 15h46
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Escrevo hoje porque me vejo obrigada a exercitar a linguagem escrita.

 

Engraçada a frase acima, né? Mas é real, então vamos ao que interessa. Hoje vou escrever sobre uma pessoa que inventaram e depois desencanaram de repetir a receita, porque talvez não fosse legal ter mais de uma dessa, assim tão especial.

 

Minha baixinha, como pode alguém assim?

 

Sexta-feira à noite, volto pra casa depois de quinze dias sem aparecer. Chego debaixo de ventania e chuva, cansada de muitas coisas.

Na ânsia de me ver, a baixinha nem espera: assim que eu saio do elevador, antes mesmo de eu colocar a mala no chão ela me abraça com tanta felicidade que até me faz pensar se eu mereço tudo aquilo.

Depois disso, no corredor do prédio, ela começa a contar as novidades. Entre as coisas que ela conta, os presentes que ela comprou: “Comprei uma calça linda pra você. Acho que vai ficar boa, porque tem a perna bem comprida e eu sei como as suas calças ficam  quando eu provo...”; e com uma insegurança padrão ela completa “mas se você não gostar ou não ficar boa, você pode trocar...” e em seguida volta a seu entusiasmo invejável “... mas acho que vai ficar boa sim!”.

Provei a tal da calça, meio desconfiada, e enquanto eu visto ela diz “acho que eu ainda sei do jeitinho do seu corpo”. Quando por fim eu fecho o botão, fico besta: a calça ficou mesmo perfeita, tudo no lugar, melhor do que se eu mesma tivesse escolhido e provado. E nessa besteirinha eu me indignei um pouco mais.

“Olha essa baixinha! Quando ela diz que conhece, não tava brincando mesmo!”

 

Ela é a coisa mais atrapalhada da vida; em dos telefonemas diários ela diz: “Viu, comprei o creme das tamancas!”. Não deu nem pra fingir que eu tinha entendido, e perguntei que diabos de creme era aquele.

- Aquele, que vem com desodorante. Dessa vez comprei o número 2.

- Mãe, do que você está falando criatura?!

- O que a gente já tinha não era o 1? Então, comprei o 2 agora.

 

Foi então que eu consegui ligar os pontos da memória e entender o que ela dizia. Ela tinha comprado o creme nívea, que vinha com o desodorante nívea, numa promoção que trazia junto o livrinho “subindo nas tamancas”. Nossa!

 

Ri sozinha, acho que ela nem percebeu. Acho essas doideiras lindas, acho minha mãe uma figura, do tipo que tem segredo com os meus amigos e chama minha amiga de feia (hahaha) na festa de formatura.

 

Eu gosto de ser filha da minha mãe.

 



Escrito por Água... às 15h22
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:: ! :: hoje / segunda-feira :: ! ::

Porque agora está chovendo e, ao contrário do que costumava ser, isso não acalma em nada o meu dia. Ainda gosto de chuva, mas hoje ela só vem para refrescar cicatrizes já secas. \\\ [enter] /// E essa insatisfação que hoje invade minha cabeça parece tão grande que não se permite ser explicada. Hoje seria um ótimo dia para desaparecer, pra tomar um porre, pra me trancar no escuro, pra pelo menos ocupar a cabeça.

Escrito por Água... às 11h38
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